quinta-feira, 9 de abril de 2009

Estudo de Meio na Serra do Cipó

Os estudantes de Pós-graduação em Teologia da Faculdade Jesuíta, de Belo Horizonte, fizeram um Estudo de Meio na Serra do Cipó, como atividade prática da disciplina "Ecologia e Fé Cristã".
A visita ocasionou uma experiência concreta de comunhão com a água e o ecossistema, de convivência da turma e de conhecimento de noções básicas, tais como: bioma do cerrado, biodiversidade, bacia hídrica, divisor de águas, etc.

5 comentários:

  1. Raimundo Donato - FAJE13 de abril de 2009 08:44

    A Visita à Serra do Cipó foi muito interessante. Além de proporcionar uma interação com a água e o ecossistema, também possibilitou a convivência da turma e o conhecimento de noções básicas da biodiversidade daquela área que por sinal é muito rica. Foi um momento de profundo contato com a natureza e por conseguinte, momento de experiência pessoal com o próprio Criador. Passeios como esse, deveriam ser realizados sempre, pois o contato com a natureza recarrega nossas energias e nos permite estar só conosco mesmo. O contato com a natureza nos torna mais sensíveis à diversidade e a beleza até mesmo das coisas mais pequenas e singelas. A natureza ajudá-nos a ver o mundo com outros olhos, ou seja com os olhos da fé aliado ao olhar ecológico. Quem ama não desmata, não destrói, não polui. E para aprender a amar é preciso observar, experienciar, conhecer para assim poder amar a obra criada por Deus. Nesse sentido a natureza nos dá aulas de como amar as criaturas de Deus sem destruí-las. Para mim a visita a Serra do Cipó serviu como um retiro espiritual, me ajudou a encontrar o equilíbrio pessoal diante da contemplação: da bela cachoeira, da diversidade do ecossistema e também por meio da companhia dos colegas e do professor. Acredito que essa visita foi um momento de trocas de experiências que gerou: união, solidariedade e consciência ecológica entre os membros da turma. Avalio como muito positiva a visita a Serra do Cipó e aconselho que quem tiver possibilidade e quiser fazer uma experiência místico-ecológica, que faça uma visita a uma reserva natural, vale a pena.

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  2. Cicero Edvam (Faje)13 de abril de 2009 10:38

    Parabenizo-lhes pela experiência. Tenho certeza que relação com a biodiversidade desta área foi muito rico e aprofudamento para o tema que estamos tratando.

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  3. Olá amigos e amigas!
    Na vida existem altos e baixos, momentos de alegria e tristeza, a Páscoa é assim, morte e ressurreição. A visita a serra do Cipó para mim não foi diferente...
    Quanto as alegrias reafirmo as palavras do nosso colega Raimundo e complemento fazendo três considerações:
    1. A ocupação do tempo e do espaço. O tempo em ambientes como este da serra do Cipó, flui de forma diferente do mundo urbano. Vivenciamos com maior intensidade a harmonia dos acontecimentos da criação, o sol é o nosso tempo, o sopro do vento é quem diz para onde e a hora de partir, as águas mudam a ecolização do som a medida que elas caem, os pássaros cantam nas horas certas. O espaço denuncia o quanto estamos des-ambientado com a rede da vida. Apredemos a andar no asfalto, a pisar nos pedais dos aceleradores dos veículos, a subir em calçadas e escadas. Porém, não sabemos nos equilibrar nos rios, temos dificuldades de saber pisar na terra e muito menos andar nas pedras.
    2. A solidariedade e a fraternidade entre os pesquisadores. Foi muito importante a alegria que percorreu toda a viagem com piadas e histórias eclesiásticas. Partilhamos comida, carregamos mochilas dos amigos, pessoas davam as mãos para andar nas águas, outros ensinavam como entrar embaixo da cachoeira, a solidariedade na hora do tombo. Inclusive agradeço ao Frei Fabiano o acompanhamento até o hospital e os primeiros socorros orientados pela Paula e demais amigos.
    3. A proposta da aula. A aula prática é sem dúvida algo fundamental para o aprendizado, sem este dia provavelmente ficaríamos afogados de teoria e quem sabe até não teríamos "dores de cabeça" por conta disso. Assim, esta aula nos proporcionou como atividade complementar a motivação necessária para aprofundarmos no conhecimento da ciência ecológica em diálogo com a teologia, objetivo pelo qual trilhamos os caminhos desse curso.
    Quanto a tristeza do passeio, lamento apenas não ter conseguido chegar embaixo daquela pequena queda d'água para aquele banho relaxante.

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  4. Andréa Santos - FAJE15 de abril de 2009 10:42

    Quanta BELEZA num lugar só,
    encantamento grandioso na Serra do Cipó!
    Quanta andança entre pedras e verdes, subidas e descidas,
    contemplação total, sensação de liberdade e clima de espiritualidade...
    Quanta arte e delicadeza em flores, proveito e sustento de árvores,
    isto é a grandeza do mistério Divino.
    Quanta saciedade e prazer nas águas tão limpas e profundas,
    respingos e banho de bênçãos da Mãe Natureza sobre seus flhos e filhas.
    Que relação amorosa do Criador com a criatura, e de toda a criação com o Universo!!!
    Agradecemos e exaltemos por tão grandes maravilhas que podemos ver, sentir e nos beneficiar!!!
    Cuidar sempre desta beleza, este é o pedido!
    Conscientizar e educar pessoas para gerar atitudes e iniciativas ambientais novas, esta é a nossa missão!
    Obrigada pela oportunidade,Prof. Murad!
    Valeu turma amiga! Quando vai ser a próxima?

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  5. Paula Silva - FAJE18 de abril de 2009 17:50

    Aquela segunda feira começou bem cedo e diferente. O grupo estava animado pela oportunidade de fazer novas descobertas e poder partilhar um dia diferente.
    quando chegamos, o sol brilhava e aquecia a nossa pele. o ar puro da serra impulsionava a caminhar nas trilhas rumo à cachoeira. Pelo caminho, ficavamos impressionados com a diversidade de plantas, flores singelas... por nascerem em meio às pedras do lugar. Quando chegámos à cachoeira, a visão foi sublime, mas melhor ainda foi mergulhar naquela água maravilhosa. O tempo "corre" diferente nestes lugares e os sons escutados são outros: os pássaros, a queda de água, a animação dos companheiros e companheira por estarmos num lugar tão magnifíco. Foi um tempo relaxante, que recarregou as energias. Contemplando aquela natureza, deixando-se envolver por ela, como não pensar em cuidar mais desta nossa casa que é a Terra?

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